Você não é capaz de imaginar a tempestade que armou em mim. As coisas escureceram diante dos meus olhos, mas tive que mantê-los bem abertos pois tudo em mim adormeceu. Naquele instante os desgostos vieram à tona. A cena era apenas uma reprise. Mais um mau agouro. Teu medonho sorriso fez um redemoinho aqui, fiquei tonta e um enjôo subia do estômago até a boca. Minhas palavras eram nefastas, mas não tinham força para ultrapassar a linha tênue. Caso contrário, te cortariam como navalha. A noite será longa e fria. A insônia te fará companhia. E o olhar seco que hoje te dei não se apagara tão facilmente. Tal atitude medíocre se refletiu ali.
sexta-feira, 16 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
A tal da inveja.
"Sr. Invejoso, porque queres tanto tomar o espaço do outro? Não percebes que assim permanece somente com migalhas? Não se humilhe... Você também é capaz! Eu acredito em você! Sem mais, me deixe em paz. Grata."
Que mundo é esse, onde temos que usar olho grego, sal grosso, pimenta e o diabo a quatro pra se proteger, se defender da pessoa ao lado? Cruzes...
Minha gente! O que é isso... Vamos para com essa asneira de puxar tapete alheio. A queda volta, hein. Conseguir conquistar um espaço realmente não está fácil... Mas garanto, errar tentando pelas próprias pernas é mais digno.
Falta Amor.
Talvez um "vazio de pai" esteja começando a me incomodar. A palavra família pra mim sempre se resumiu a uma pessoa em especial... Mãe. Falando assim você deve pensar: “Tadinha, não mora perto dos familiares" ou “A família deve ser bem pequena”. Na verdade não, eles estão mais próximos do que possa imaginar e mais distantes do que eu possa tocar. Tios... Primos... Avós... Os sentimentos que depositamos nesses "arquétipos" eu sinto com amigos. Arranjei um pai, umas tias, uns tios, primos e alguns irmãos de alma (amigos de coração). Penso que me acostumei com os tios dos outros. Quando me perguntam da minha família, eu sinceramente não sei o que dizer. É vago. Isso é lamentável... Você saber que na teoria tem: Um tio, três tias, duas primas e três primos, e precisar do carinho da família ao lado. Sem contar com aquela "família agregada", os primos que você encontra uma vez a cada 18 anos em uma bela noite de natal. Esses são aqueles que não se sabe da onde surgiram e que se tem a certeza: o convívio de perto será quase impossível. Agora vem a pergunta: qual deles eu poderia chamar com gosto de família? ... Difícil responder. Acabo de me lembrar de uma situação um tanto quanto, como posso dizer, previsível. Recebo uma ligação, minha prima mais velha me convidando para um encontro de primos... Que bonito! Eu realmente me animei, acabei vendo uma luz no fim do túnel. Uma esperança de que o amor de cada um de nós se voltaria para a família.
E lá estava eu: na casa da minha tia, sentada no sofá ao lado de dois primos, um que eu conhecia desde pequeno e nunca mais tinha visto. O outro, eu não me lembrava, alias já havia visto por um facebook da vida, acredita? rs. Voltando ao encontro... Estávamos esperando a minha prima mais velha, que por outro compromisso acabou se atrasando. Enfim, fomos para um lugar chic, comemos uma boa comida e falamos algumas besteiras. E foi um momento agradável. Quem estava vendo de fora poderia pensar que a família se encontrava todos os finais de semana. Agora mais uma pergunta: Quanto tempo você espera que esses primos tão saudosos, ficaram nesse "evento"? ... Eu lhes respondo: 1 hora. Afinal, os compromissos não permitiam mais do que 1 hora... A verdade é que se tivéssemos esse amor um pouco mais lapidado, o cursinho, o colégio ou o trabalho no dia seguinte, jamais seria impedimento. Ficaríamos ali até três ou quatro da madrugada, porque quando estamos perto de quem amamos o tempo não se vê e o resto é insignificante. Talvez eu seja sentimental demais, é que o amor pra mim esta em primeiro lugar!
E lá estava eu: na casa da minha tia, sentada no sofá ao lado de dois primos, um que eu conhecia desde pequeno e nunca mais tinha visto. O outro, eu não me lembrava, alias já havia visto por um facebook da vida, acredita? rs. Voltando ao encontro... Estávamos esperando a minha prima mais velha, que por outro compromisso acabou se atrasando. Enfim, fomos para um lugar chic, comemos uma boa comida e falamos algumas besteiras. E foi um momento agradável. Quem estava vendo de fora poderia pensar que a família se encontrava todos os finais de semana. Agora mais uma pergunta: Quanto tempo você espera que esses primos tão saudosos, ficaram nesse "evento"? ... Eu lhes respondo: 1 hora. Afinal, os compromissos não permitiam mais do que 1 hora... A verdade é que se tivéssemos esse amor um pouco mais lapidado, o cursinho, o colégio ou o trabalho no dia seguinte, jamais seria impedimento. Ficaríamos ali até três ou quatro da madrugada, porque quando estamos perto de quem amamos o tempo não se vê e o resto é insignificante. Talvez eu seja sentimental demais, é que o amor pra mim esta em primeiro lugar!
Diante dessa situação, que comparada a outras como: abandonar o filho em um lixão pode parecer algo bem pequeno, mas pra quem vive não é, seria possível julgar as brigar no meio da rua, o bullyng nas escolas, o desrespeito nos hospitais ou a intolerância no trânsito?... Infelizmente falta a humanização dentro de um circulo de próximos com um mesmo sangue.
Na correria do dia-a-dia pode parecer aceitável, mas em um instante de pensamentos é de cortar a alma.
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