observava os fios fora do lugar. O gesto que não se encaixava. A palavra que andava meio torta, e o sorriso que, hora ou outra, falhava. Perguntava aos céus o que estaria adormecendo, ou ate mesmo desfalece
ndo ali. A pergunta seria coerente, se não fosse o liquido salubre que escorria dos olhos de certo anjo. “- vai buscar o que é seu.” Quem poderia garantir tal pessoa? Nem sequer havia patenteado o amor.
- Bruna Xavier



