sábado, 13 de novembro de 2010

Um picolé?

Gostos a flor da pele.
Desejos insaciáveis.
Amores imortais, mas substituíveis.
Viver assim, no extremo: bom ou ruim?
Cores vibrantes contrastam com os tons pastel.

Galhos, linhas, caminhos.
Caminhos, esses são surpreendentes.
Tem tempo para responder a vida?
‘‘pegar leve’’, pode ser possível.
Sentar no meio fio, pra tomar um picolé.
Mas, e se o tempo não perdoar, não é mesmo?
Os ponteiros não vão parar, mesmo assim, pode valer à pena.

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